Henrique VII e os Príncipes na Torre

O caso dos Príncipes na Torre é uma das maiores tragédias da história britânica e tem sido uma sombra permanente sobre a História Inglesa da Idade Média, em particular.

Os dois jovens irmãos – um de 12 anos de idade e o outro de apenas 10 – foram retirados à força do convívio público pouco após a morte de seu pai e nunca mais foram vistos. A razão para que este acontecimento seja recordado através da história, é porque estas duas crianças eram Príncipes. Em realidade, no caso do menino mais velho, Eduardo, não mais um príncipe, e sim, um rei.

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Príncipes na Torre

Como as únicas crianças do sexo masculino do rei Eduardo IV, após a morte de seu pai em Westminster em 1483, eles tornaram-se os nobres de mais alto título no reino e o príncipe Eduardo, ascendeu ao trono como rei Eduardo V, enquanto seu irmão tornou-se seu herdeiro.

Embora ainda crianças, as fundações haviam sido definidas para ambos e, sem dúvida, haviam grandes esperanças para estes filhos de York. Este futuro dourado, no entanto, nunca iria se realizar.

Pouco tempo após a ascensão do jovem Eduardo, ele acabou sendo preso por seu tio Ricardo, Duque de Gloucester, que logo depois, junto com o parlamento, declarou que o casamento de seu irmão era nulo, pois aparentemente ele já havia estado comprometido antes de desposar Elizabeth Woodville em 1464, e deste modo, seus filhos seriam todos ilegítimos e não verdadeiros herdeiros do trono. Assim, Ricardo tomou o trono de para si. Este Ato ficaria conhecido como Titulus Regius e assegurava que Ricardo poderia reinar como Ricardo III. Esta foi uma tática controversa, mas como o duque estava com toda a probabilidade a seu favor, era o mais poderoso magnata no reino e tinha o apoio entre outros nobres que eram estavam em oposição à facção Woodville, ele foi bem-sucedido em sua tomada do poder.

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Eduardo e Ricardo – por John Everett Millais, 1878

Após sua prisão na Torre de Londres no verão de 1483, apesar de terem sido inicialmente avistados brincando nos jardins da fortaleza real, eles nunca foram vistos novamente e seu destino final perdura como um dos grandes mistérios da Inglaterra.

Por ser uma intriga sobre assassinato real, muitos resolveram que seria conveniente jogar a culpa em inúmeras personalidades do período, mais notavelmente o tio dos príncipes, Ricardo III, e seu sucessor Henrique VII. Outros suspeitos também foram incluídos na lista, como o Duque de Buckingham e um Cavaleiro Yorkista chamado James Tyrell.

Embora o caso nunca tenha obtido uma resposta conclusiva, recentemente houve um aumento significativo naqueles que acreditam que Henrique Tudor seja o culpado – apesar da falta de evidências convincentes que precisam ser abordadas de um modo coerente.

A culpa em um tribunal britânico, só pode ser afirmada se houver provas conclusivas sobre o réu ter cometido o crime e não apenas em provas circunstanciais e, como tal, será impossível provar a culpa neste caso.

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Henrique VII (Tudor)

Henrique Tudor nunca havia encontrado os Príncipes em questão, por que os seus caminhos nunca tiveram razão para se cruzar. Henrique veio de uma família Lancasteriana leal; seu pai Edmund Tudor e tio Jasper Tudor, foram os meio-irmãos do Rei Henrique VI e tinham, portanto, lutado bravamente para a Casa de Lancaster até a sua eventual extinção com a morte de Henrique VI, em 1471. Como resultado da queda, Henrique foi exilado do reino no mesmo ano com seu tio Jasper e passou seus anos de formação no Ducado da Bretanha. Ele tinha 14 anos quando partiu e não colocaria os pés novamente na Inglaterra até alguns dias antes da Batalha de Bosworth, onde derrotou Ricardo III, quando já contava com 28 anos de idade.

A reivindicação de Henrique Tudor ao trono, era fraca, para dizer o mínimo. No momento de sua ascensão, havia uma estimativa de 29 outros nobres com maior direito ao trono do que o dele.

A afirmação, era a de que Henrique veio através de sua mãe, Margaret Beaufort, que era a única herdeira da linha ilegítima dos Beaufort, que descendia de João de Gaunt. Sendo diretamente relacionado ao rei Eduardo III através desta linha, Henrique Tudor possuía um ligeiro direito ao trono, mas devido à uma infinidade de outras pessoas com alegações legitimamente maiores à frente dele, esta reivindicação permaneceu insubstancial e o manteve longe da coroa. Isto é, até que Ricardo III tomou o trono de seus sobrinhos e direcionou os Yorkistas que se recusaram a transferir sua lealdade dos meninos, para Henrique.

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Margaret Beufort, mãe de Henrique VII

O resultado foi que Henrique tornou-se de repente a pessoa em que tanto os exilados Lancasterianos quanto os Yorkistas marginalizados, direcionaram-se a fim de buscar um pretendente para ameaçar o reinado de Ricardo III.

Em consequência, ficou claro que Henrique mobilizaria este apoio e, eventualmente, reivindicaria a coroa da Inglaterra através do direito de conquista e não através do predominantemente direito de linhagem.

Naturalmente, Henrique não teria sido capaz de tornar-se rei da Inglaterra, caso os dois príncipes ainda estivessem vivos. Se Ricardo era um usurpador, então Henrique estava usurpando o usurpador, o que tornava sua posição ainda mais fraca.

Henrique era o rei através do direito de conquista e através da reivindicação legal de sua esposa à coroa. Deste modo, alguns partidários de Ricardo III consideram, que Henrique Tudor seria o monstro por trás da atrocidade contra os dois príncipes, usando a crueldade da Dinastia Tudor como um sustentáculo para tal ato. No entanto, as evidências… bem, falando muito simplesmente: Não existem.

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Torre de Londres, último local onde os príncipes foram avistados.

Em primeiro lugar, os dois príncipes foram vistos pela última vez em público, por volta de Junho de 1483. Eles haviam sido avistados brincando nos jardins da Torre de Londres, pouco depois da prisão e presumivelmente sequer poderiam ter imaginado seu destino eminente. Seu tio havia sido nomeado seu protetor e é provável que eles sentiram que nenhum dano lhes aconteceria. Com relação a Henrique Tudor, desde 1471, quando ainda era um adolescente, ele visitou seu tio Henrique VI durante sua curta estadia no trono, após isto, ele não pisou na Inglaterra até agosto de 1485, dois anos completos após os Príncipes terem sido vistos pela última vez.

Henrique passou a maior parte de sua juventude como um exilado na Bretanha, gastando seu tempo entre ser aprisionado pelo Duque de Bretanha e fugindo dos captores enviados pelo rei Eduardo IV. Sua influência na Inglaterra era inexistente e, de fato, muitos nem sequer tinham conhecimento dele ou de sua reivindicação. A ideia de que Henrique Tudor tenha arranjado a morte dos príncipes de sua base na Bretanha é absurda, para dizer o mínimo. Nenhum homem dentro da Corte de Ricardo III consideraria seriamente matar os príncipes a mando de algum Galês distante em uma terra estrangeira, sem dinheiro e sem perspectivas aparentes.

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Ricardo III

Em segundo lugar, mesmo que Henrique não tenha sido capaz de ordenar a morte dos meninos à distância, alguns partidários de Ricardo III tendem a apontar que ele certamente poderia tê-los matado após sua ascensão ao trono da Inglaterra. Como Rei todo-poderoso, a Torre de Londres estaria sob sua jurisdição e todos os presos dentro das paredes seriam da sua competência. No entanto, tal suposição acaba sendo atrapalhada pelo próprio reinado de Ricardo, pois se as crianças tivessem sobrevivido até 1485, quando Henrique Tudor assumiu o trono e, assim, teria sido capaz de ter acesso a eles, fica aberta a pergunta de por que o rei anterior, Ricardo III, não exibiu publicamente os meninos na sequência do seu suposto desaparecimento dois anos antes. Tendo sofrido acusações prejudiciais tanto dos Yorkistas partidários dos Woodville, quanto dos Lancaster marginalizados, sobre o seu papel no seu desaparecimento e morte dos sobrinhos, é óbvio que se os meninos estivessem em poder dele, então certamente teria sido simples e fácil para Ricardo mostrá-los publicamente para resgatar sua reputação então maculada, – uma reputação que, não se esqueça, sem dúvida lhe custou a vida.

Embora Henrique Tudor tivesse tanto a ganhar quanto Rei Ricardo com as mortes das crianças, em 1483, Henrique não era necessariamente um verdadeiro candidato ao trono. Ele era um parceiro na chamada Conspiração Buckingham, mas suas perspectivas como uma alternativa ao Rei Ricardo não eram particularmente promissoras.

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Perkin Warbeck, que afirmava ser Ricardo, o mais jovem dos príncipes

Várias crônicas contemporâneas do período se referem a boatos sobre o desaparecimento e assassinato dos príncipes, nomeadamente “Croyland Chronicle and the raconteurs Dominic Mancini ad Philippe de Commines” as quais informavam sobre os rumores das mortes dos príncipes no inverno de 1483, uma data como mencionado acima, logisticamente quase impossível para que Henrique tivesse um envolvimento. No entanto, devemos levar em consideração que Crônicas nunca foram consistentes em suas informações e muito do que tem sido dito nelas, pode ser refutado por antiquários, mas ainda assim, elas permanecem sendo importantes para a compreensão da vida no período e o sentimento público na época.

Henrique, como mostrado, pode não ter tido o conhecimento sobre o destino dos Príncipes já que ele fora sido exilado do país no momento em que eles desapareceram de vista. O início de seu reinado foi cheio de revoltas e rebeliões, sendo a mais famosa, a revolta que aconteceu sob a liderança de Perkin Warbeck, que afirmava ser Ricardo de Shrewsbury, o príncipe mais jovem.

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Elizabeth de York e seu marido Henrique VII. Ao contrário do que muitos acreditam, foi um casamento feliz.

O comportamento de Henrique durante tal rebelião, certamente foi de natureza nervosa, sem saber quem era aquele homem e determinado a investigar mais sobre o assunto. O alarme de Henrique ao receber a notícia do suposto “Ricardo” aponta para a sua inocência em relação ao assassinato dos príncipes, pois se ele tivesse cometido ou ordenado o ato por si mesmo, ele não teria necessidade de ficar tão preocupado com a rebelião, pois teria certeza de que o príncipe estava morto. Na realidade, Henrique estava adequadamente preocupado o suficiente para esmagar a revolta com a força militar total.

Com isto em mente, Henrique VII é, na melhor das hipóteses, um suspeito menor no caso das mortes príncipes. Ele foi aceito como um membro da família pela própria irmã deles, com quem casou-se e, diferente do senso comum, sempre esteve em bons termos com a mãe dos príncipes, e isto sem contar suas outras irmãs e tia, que frequentavam sua corte constantemente. Henrique também não estava no país na época da morte deles e ganhou a lealdade de homens que nunca iriam se associar a ele, caso houvesse qualquer suspeita de sua participação em tal ato.


 Outros suspeitos:

James Tyrrell:
James Tyrrell era um legalista Yorquista que uma vez confessou ter cometido os assassinatos em nome de seu patrono, Ricardo III. Este Tyrell estava realmente em Londres

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James Tyrrell

no final do verão e início do outono de 1483, quando os meninos foram vistos pela última vez vivos. Além disto, a pesquisadora Amy Licence sugere que, quando Ricardo descobriu que um servo leal, talvez Tyrrell, tinha assassinado os dois garotos, ele pode ter visitado Catedral de Canterbury logo depois para fazer as pazes com Deus, como um homem altamente religioso que era. Há evidências que sugeriam que Tyrrell era o assassino dos príncipes, no entanto, uma vez que elas foram produzidas muito mais tarde por observadores hostis a Richard na era Tudor, devam ser consideradas como suspeitas. Virgílio Polidoro, que detestava Ricardo, afirmou que Tyrell “montou tristemente para Londres, para cometer o ato sob as ordens do rei Ricardo”, enquanto o próprio Ricardo mais tarde teria espalhado rumores sobre a morte de seus sobrinhos na esperança de que isso desencorajaria futuras rebeliões. Thomas More, que vilipendiou Ricardo a um grau chocante, também alegou que Tyrell tinha assassinado os meninos por ordens de Ricardo, antes de confessar seu crime, no reinado de Henrique VII.

A evidência de Tyrrell é interessante na medida em que ele parece ser a única pessoa a ter admitido o crime, embora seja importante ressaltar que esta confissão veio sob tortura pelo regime Tudor e, portanto, pode ser considerada falsa ou inaceitável. Dito isto, é o mais próximo que chegamos de uma confissão de delito.


 O Duque de Buckingham:
Alguns suspeitam que o culpado foi ex-apoiador de Ricardo, o Duque de Buckingham,

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Duque de Buckingham

quem assassinou os meninos. Algumas notas históricas contemporâneas de um cidadão de Londres, afirmavam que: “Rei Eduardo, o Quinto, antigo Príncipe de Gales e Ricardo, Duque de York, seu irmão (…) foram mortos na Torre de Londres por recomendação do Duque de Buckingham” (embora isto não signifique realmente que o próprio Buckingham os tenha matado). O secretário particular do rei de Portugal, D. Afonso V, escreveu que “… após o falecimento do rei Eduardo no ano de 83, outro de seus irmãos, o Duque de Gloucester, tinha em seu poder o Príncipe de Gales e o Duque de York, os jovens filhos do rei, seu irmão, e os enviou para o Duque de Buckingham, sob cuja custódia os referidos Príncipes morreram de fome”.

Porém, Buckingham tinha deixado a Corte no início de Agosto, e viajou para a sua residência, antes de liderar uma rebelião no País de Gales – e não há nenhuma evidência de que ele estava em Londres no momento. Buckingham tinha se tornado cada vez mais descontente com Ricardo e havia rebelado-se contra ele, no outono de 1483, antes de ser executado em 2 de novembro. No entanto, a rebelião pode ter sido realmente destinada a libertar os príncipes – mas então por que ele, em seguida, teria matado os meninos? Esta questão torna-se mais sombria quando se considera que o próprio Buckingham tinha sangue real (ele também tinha sido o marido de uma das irmãs mais novas de Elizabeth Woodville, aspecto do qual ressentia-se). No entanto, como a pesquisadora Alison Weir observa, Ricardo nunca acusou Buckingham de assassinar seus sobrinhos antes de sua execução por traição, o que teria sido um crime que ele certamente teria posto em evidência caso houvesse alguma sugestão da responsabilidade de Buckingham no caso, desviando assim, os rumores que Ricardo estaria ligado com as suas mortes. Por fim, as Crônicas sugerem que os rumores da morte dos Príncipes não começaram a circular em Londres até a Páscoa 1484, que se for verdade, significa que os príncipes ainda estavam vivos no final de 1483, eliminando a possibilidade da culpabilidade de Buckingham, uma vez que este, havia sido executado em novembro de 1483.


Margaret Beaufort:
Margaret Beaufort, mãe de Henrique VII, é mais uma das acusadas de ter cometido o crime. Ela claramente teria tido um motivo, pois, se os dois príncipes estivessem mortos, então

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Margaret Beaufort

seu filho teria uma reivindicação ainda mais forte ao trono Inglês. Ele estava noivo de Elizabeth de York, no entanto, caso eles permanecessem vivos, ambos teriam uma maior reivindicação para ser rei do que Henrique, mesmo que ele se casasse com a Princesa Elizabeth.

O antiquário do século XVII, George Buck, aparentemente leu em um antigo manuscrito, que acreditava-se que Margaret e seu amigo Bispo Morton conspiraram a morte dos filhos do rei Eduardo e alguns outros e resolveram que estas traições deveriam ser executadas por veneno e feitiçaria”.
A historiadora Helen Maurer também favorece Margaret como a culpada.

No entanto, Buck foi um dos primeiros e mais vocais defensores de Ricardo III, e assim era lógico para ele afirmar que alguém do acampamento inimigo, seria o responsável por ter cometido um ato tão chocante. É também importante de salientar que, como Alison Weir observa, os próprios parentes de Ricardo nunca acusaram Margaret de assassinar os príncipes. Margaret de York, a Duquesa de Borgonha, detestava Henrique VII, porém, ela nunca acusou Margaret, e ela também não foi sequer nomeada por outros contemporâneos. Além disto, nós nem sequer sabemos o real paradeiro de Margaret durante o verão de 1483.
Gristwood parece acreditar que ela pode eventualmente ter sido responsável: “Se Henrique queria reforçar sua própria reivindicação genealogicamente fraca com a de Elizabeth de York, ele precisava dos príncipes mortos. Se a família inteira foi declarada ilegítima, então Elizabeth não tinha direito. Se eles eram legítimos, as reivindicações dos irmãos teriam precedência sobre a dela enquanto eles vivessem… ”
Gristwood certamente tinha um ponto, Henrique VII viria a ordenar as execuções do sobrinho de Ricardo, Eduardo, Conde de Warwick, e também executar Perkin Warbeck, um pretendente (mas que alguns acreditam que possa realmente ter sido o mais jovem dos dois Príncipes.) Henrique VIII foi igualmente implacável na década de 1530. No entanto, não existe nenhum material, ou fonte que tenha sobrevivido, que realmente sugira que Margaret foi acreditada como sendo a culpada. É verdade que os historiadores Tudor dificilmente teriam se atrevido a ter desafiado o seu rei acusando sua mãe de assassinato, mas não há fontes estrangeiras escritas no Continente conectado Henrique Tudor ou Margaret com o assassinato dos Príncipes. Como foi mencionado acima, nem mesmo Margaret de Borgonha, que continuamente conspirou contra o reinado de Henrique VII, acusou nenhum dos Tudor pela morte de seus sobrinhos.


Conclusão:
Quanto ao verdadeiro culpado, o júri ainda permanece indeciso. Os suspeitos vão de Ricardo III, para o Duque de Buckingham, chegam a Henrique VII e seguem até sua mãe, Margaret Beaufort, passando ainda por James Tyrell – e como acabei por descobrir para minha grande surpresa e consternação -, chegando até mesmo à avó dos meninos, A Duquesa Cecily e a John de La Pole. Esta lista cresce cada dia mais, pois a cada dia, novas pequenas descobertas são feitas e delas, novas teorias são criadas para esta tão famosa e misteriosa tragédia real. A questão é que o culpado permanece não identificado e por isto, continua a haver uma falta de provas satisfatórias para que o caso seja por fim, encerrado.

FONTES:
Henry Tudor Society: AQUI.
Conor Byrnex: AQUI.

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