Joana de Castela – A Bela Incompreendida [PARTE III -FINAL]

Em fevereiro de 1509, por ordem de seu pai, o Rei Fernando II de Aragão, Joana foi violentamente confinada em Tordesilhas. A razão divulgada para seu cárcere, devia-se ao desequilíbrio mental de Joana; porém, a realidade era outra. Seu afastamento, evitaria qualquer tipo de rebelião contra o monarca.

Fernando colocou um homem de sua confiança, o Aragonês Luís Ferrer, como carcereiro de Joana a fim de evitar que ela recebesse visitas tanto quanto fosse possível. Nada do que acontecia entre aquelas paredes deveria ir à público.

felipe_entierroO caixão de Felipe o belo, foi colocado no Convento de Santa Clara, de modo que a rainha pudesse de uma janela, assistir sua partida partida. Joana pôde levar consigo cinco retratos de seus entes queridos: Um de sua mãe, Isabel, um de sua irmã mais velha Isabel, dois de sua irmã mais nova Catarina de Aragão e um próprio. Ela também levou consigo incontáveis jóias, todas perfeitamente inventariadas.

Neste mesmo ano, Henrique VII da Inglaterra havia escrito um pedido formal de casamento à Dona Joana, que prontamente recusou-se a receber o embaixador que portava os documentos.

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Fernando II de Aragão, pai de Joana.

Os anos passariam de modo árduo e lento e Joana ainda estaria presa no Palácio sete anos depois, em 23 de janeiro de 1516, quando seu pai Fernando morrera em Madrigalejo. O monarca não deixaria este mundo, antes que em seu testamento, impedisse que os tronos de Aragão e Castela fossem herdados por sua filha Joana, deixando Regentes em cada um dos reinos, até que o Príncipe Carlos atingisse a idade de vinte anos. Ele ordenou expressamente que sua filha deveria manter-se desinformada de sua morte, o máximo de tempo possível.

Abandonada durante seu casamento com Felipe, esta nova etapa de sua vida, não fornecia-lhe perspectivas diferentes. Joana vivia totalmente desolada e desamparada em Tordesillas, e muitos acreditavam que ela não teria muito mais tempo de vida.
O Cardeal Cisneros, novo regente de Castela, destituiu então de seu cargo Luís Ferrer, pelo cruel tratamento que Joana recebera nestes oito anos em que esteve confinada. Alguns de seus assessores, foram inclusive espancados publicamente.

Luís Ferrer declarou que: “Havia usado de violência em algumas ocasiões, para preservar-lhe a vida, pois ela recusava-se a comer.”

1479 JuanaDepois disto, dr. Soto passou a ser responsável por seu atendimento médico e João de Ávila, tornou-se seu confessor.
Com tal mudança, a vida da rainha teve uma melhora e ela passou a lavar-se e usar vestidos limpos mais regularmente, além de alimentar-se melhor.
Ela recebeu permissão para receber visitas e assistir à missa diariamente em Santa Clara, embora tivesse que ser acompanhada por Hernán Duque, que era o novo governador da Cidade.

Apesar de ter ouvido rumores sobre a morte de seu pai, ninguém confirmou oficialmente seu falecimento à ela. Quando finalmente inteirou-se da notícia, Joana perguntou então quem era o novo Regente e ao ser informada de que Cardeal Cisneros fora o escolhido, a rainha demonstrou aprovação.

Seu filho Carlos, violando a vontade de Fernando o Católico, proclamou-se Rei de Flandres, apesar de possuir apenas 16 anos de idade.
Em 08 de setembro de 1517, mesmo dia em que o Cardeal Cisneros falecera, Carlos partiu rumo à Espanha.

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Carlos V, filho de Joana.

Assim que desembarcou, Carlos anunciou suas intenções em visitar sua mãe em Tordesilhas. Hernán Duque, seria o responsável em dar as boas novas à Joana, com as seguintes palavras: “Senhora, o nosso rei e senhor Carlos, filho de Sua Alteza, está vindo à Espanha”, Ao que fora imediatamente corrigido por Joana, que declarou: Só que eu sou a rainha, meu filho Carlos é o Infante”.

No dia 04 de novembro, Joana recebeu a visita de seus filhos Carlos e Leonor. No entanto, sem que a Rainha soubesse, ao deixar o local, ele levou consigo sua irmã Catarina, alegando que “aquele ambiente não é bom para alguém tão jovem. ”

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Leonor, filha de Joana.

Joana levaria alguns dias para notar a ausência de sua pequena filha e ao saber de sua partida, entrou em uma de suas melancólicas crises depressivas. Foi dito que ela passava noites e dias em pé, olhando para fora da janela, recusando-se a comer e dormir enquanto Catarina não retornasse à sua companhia. Sua saúde piorou de tal modo, que ao inteirar-se disto, Carlos permitiu o retorno temporário de sua irmã, porém com instruções precisas para que ela interagisse mais com outras pessoas.

Em 09 de fevereiro de 1518, Carlos foi empossado como Rei de Castela em Valladolid. Apesar disto, sua prudência política o levou a sempre apresentar-se depois de sua mãe, como: “Doña Juana e Don Carlos, seu filho, rei e rainha de Castela, Leão, Aragão…”

14163166151860A rainha passaria por outra triste guinada em sua vida, quando Hernán Duque, fora substituído por Bernardo Sandoval y Rojas, Marquês de Denia e confidente do Rei, que infelizmente para rainha, era adepto aos violentos métodos de Luís Ferrer, aparentemente com a permissão do próprio Carlos para utilizá-los.
Mais uma vez, a rainha estava impedida de sair do palácio ou receber visitantes. Ela nem mesmo poderia ir rezar em Santa Clara ou ver o caixão de seu marido como fazia antes.

No ano seguinte, Carlos V foi proclamado Imperador e a dignidade Imperial também alterou a redação de seus títulos e de suas qualificações, passando a ser clamado como: “Don Carlos, pela misericórdia divina Imperador, rei da Alemanha, Joana, sua mãe e ao mesmo Don Carlos, pela mesma graça, rei de Castela, Leão, Aragão…”

Captura de Tela 2015-12-06 às 05.23.17Em 1520 ocorreu uma revolta dos plebeus em Castela e após a queima de Medina del Campo por eles, todo o local uniu-se ao clamor de sua causa. Os moradores de Tordesilhas invadiram o palácio onde Joana estava encarcerada, depuseram o Marquês de Denia e conversaram com a Rainha.
No dia 29 de agosto, os principais líderes plebeus chegaram em Tordesillas para encontrar-se com a rainha. Juan de Padilla ofereceu-se para devolver o trono à ela e pediu para que Joana assumisse a liderança da revolta. E a filha dos Reis Católicos respondeu que: “Sim, sim, está aqui a meu serviço, deixe-me inteirada de tudo e puna a todos os maus.”

O entusiasmo plebeu após esta conversa foi tão grande, que ficou decidido que Tordesillas seria a sede da Santa Assembléia.

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Cardeal Adriana de Utrecht.

O Cardeal Adriano de Utrecht, escreveu com preocupação para Carlos V: “Juana parece outra.”
E a Rainha realmente parecia outra mulher. Ela estava autorizada a sair, caminhar, falar e receber livremente quem desejasse. Seus inteligentes discursos e comentários, passaram a ser sujeitos a louvor e elogios.
E com a perspectiva de que a rainha poderia colocar suas assinaturas e assumir o controle da revolução, ele sentenciou que: “Se Sua Alteza a assinasse, sem dúvida perderia-se todo o Reino…”

No entanto, Joana nada assinou. Por mais que insistissem, rogassem e suplicassem por sua assinatura – que daria legitimidade para a causa e a colocaria na frente dela -, a rainha de Castela não assinaria nenhum documento.

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Francisco de Borja.

Em 03 de dezembro, ocorreu a traição de Pedro Giron y Velasco à Santa Assembleia e consequentemente, o controle de Tordesilhas pelos plebeus foi perdido. Dois dias depois, o exército real entrou na cidade e o Marquês de Denia foi restaurado em suas funções, fazendo de Joana novamente uma rainha cativa.

Catarina, que desde o início de seus anos aprendeu a ler e escrever com Francisco de Borja, escreveu a seu irmão Carlos a fim de reclamar que não deixavam sua mãe nem mesmo andar pelos corredores do Palácio, dizendo que: “… A trancam em seu quarto, que não tem nenhuma luz…”

Hoje sabe-se que Carlos estava perfeitamente ciente de tudo o que estava acontecendo com sua mãe. Existem várias correspondências dele com o II Marquês de Denia, onde é dito que a Rainha constantemente queixava-se de estar “presa”, solicitando permissão para reunir-se com seus nobres: “Porque quer reclamar sobre como eles a tratam…”

juana-la-loca-pradillaEle finalmente garante ao Imperador, ter tudo sob controle e saber muito bem com administrar tais pedidos. O Marquês negava constantemente coisas à rainha e sua a filha Catarina, confiscando jóias, roupas e presentes que eram enviados à elas, e os distribuindo entre sua própria família, especialmente filhas.

No ano de 1521, a causa plebéia foi decisivamente derrotada em Villalar e com ela, também desapareceram as chances de algum dia Joana conseguir escapar de Tordesilhas. Foi neste ano que sua condição física e mental realmente começou a deteriorar-se.

Três anos depois, em 1524, Carlos estabeleceu-se por um mês em Tordesillas, com o objetivo de preparar o casamento de sua irmã Catarina com João III de Portugal. No entanto, antes de partir de volta à Corte, ele ordenou a pilhagem das jóias de sua mãe, que estavam em sua posse no Palácio. Assim foi feito, como ladrões vulgares e traiçoeiros, eles entraram por uma janela, protegidos pela escuridão da noite. O objetivo do confisco

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Catarina, filha de Joana.

das jóias, era financiar pare do dote do matrimônio de Catarina. Eles até mesmo encheram os baús de tijolos, em uma tentativa de enganar Joana e de modo que ela não notasse a falta de seus objetos de valor.
Mas Joana não era estúpida. Levou apenas alguns dias desde o roubo, para ela perceber o que estava acontecendo. Ela então, requisitou a presença de seu tesoureiro e exigiu que fosse-lhe informada do que ocorria. Ele não soube o que dizer, considerando que o responsável era o próprio Rei, que havia dado a ordem para que tomassem as jóias, mas Joana levou pouco tempo para entender o que estava acontecendo e surpreendentemente, enquanto todos esperavam uma reação bastante irritada de uma mulher demente, ela disse que tudo bem, que se seu filho lhes tinha ordenado, então não havia nenhuma objeção que pudesse fazer.

juanalalocahghgEm 02 de janeiro de 1525, Catarina partiu para Portugal. Ela tinha 18 anos e havia vivido com a mãe entre as paredes deste palácio-prisão por praticamente toda a vida. Joana observou de uma janela até que a comitiva de sua filha e companheira, desaparecesse de vista. E mesmo após a comitiva sumir, ela continuou olhando por um longo tempo para algum ponto vago.

Nem mesmo quando a praga chegou várias vezes às portas de Tordesillas, o Imperador deu autorização para evacuar sua mãe de lá, mesmo tendo em conta que em algumas ocasiões, um servo ou mais morreu da doença.

Joana passou a oscilar entre períodos lúcidos e outros de fúria insana, durante as quais ela atacava os servos e arremessava objetos sobre eles. Quando algum dos servos era consideravelmente ferido, ele era generosamente pago para manter a boca fechada, mas alguns não aguentavam a situação e simplesmente deixavam o serviço real.

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Carlos V e sua esposa, Isabel de Portugal.

Em 1533, foi registrada a única saída de Joana de Tordesilhas. Ela pôde fazer um passeio no campo, longe de qualquer pessoa ou de onde alguém pudesse vê-la, mas foi curto e ela teve que retornar quase que imediatamente. Sabe-se que três anos depois, Carlos e sua esposa, Isabel de Portugal, passaram o Natal em Tordesilhas.

Os anos passaram, os servos mudaram e em 1551, Joana sofreu paralisia parcial em uma perna e o que a princípio a havia deixado apenas mancando, acabou por deixá-la prostrada em leito. Ela já não se lavava ou permitia que outros o fizessem. Seu corpo estava coberto com feridas purulentas por causa de sua falta de limpeza e até para trocar de roupa, eles recorriam ao uso da força.
Captura de Tela 2015-12-06 às 05.40.04No ano seguinte, alguém levantou a hipótese de que a rainha poderia estar possuída e o Príncipe Felipe enviou o jesuíta Francisco de Borja, para averiguar se era verdade. Após o encontro, seu diagnóstico religioso não poderia ser mais enfático: ”Ela não estava possuída, apenas era uma mulher que precisava de um outro tipo de atenção…”
Dois anos depois, ele repetiu a visita e Joana estava mais falante, confessando que as empregadas não permitiam que ela fizesse suas orações habituais, pois: “… São umas bruxas petrificadas…”

Francisco de Borja volta ouvir suas confissões e provisoriamente administra-lhe a extrema unção. Os servos ficaram espantados com as palavras e ações da rainha, que foram bastante consistentes. O jesuíta explicou que ele encontrou: “Significado muito diferente nas coisas de Deus, do que havia conhecido em sua alteza”

JuanaLaLocaDaí em diante, Joana passou a sofrer de febre alta e vômitos constantes, até que não conseguia mais mover-se, pois suas feridas cobriam quase todo o seu corpo. Em seus últimos momentos, fazendo um esforço supremo, seus lábios moveram-se claramente para que ela dissesse suas últimas palavras conhecidas: “Jesus Cristo crucificado, me ajude …”

Joana I de Castela, morreu no dia 12 de abril de 1555, na manhã de uma Sexta-feira Santa, na cidade de Tordesilhas – aos 76 anos de idade. Não havia nenhum membro da nobreza a seu lado. Nenhum filho, neto ou

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Caixão de Joana de Castela.

sobrinho. Vinte e sete dias após sua morte, o Imperador recebeu a notícia em Bruxelas. As honras foram adiadas até o retorno do príncipe Felipe, que estava na Inglaterra e queria estar presente. Seus restos foram inicialmente enterrados no Convento de Santa Clara, porém em 1574, o corpo de Joana foi transferido para a Capela Real de Granada, onde ela eternamente descansa ao lado de seu amado Felipe, como assim desejava, e muito próxima aos seus pais. Joana e Felipe estão enterrados sob um esplêndido mausoléu, projetado por Bartolomé Ordóñez.

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Efígie de Joana de Castela (detalhe).

O palácio onde ela viveu por quase cinco décadas, esteve arruinado desde 1509 e acabou desaparecendo com o tempo, pois ninguém parecia estar interessado em restaurá-lo.

Joana passou 46 anos trancada em um palácio-prisão, sob as ordens de seu pai e mais tarde, seu filho, Carlos V. Os primeiros 20 anos foram passados com sua filha mais nova, mas após o casamento dela com o príncipe de Portugal, Catarina partiu de Tordesilhas para nunca mais retornar. Em Tordesillas, Joana viveu um calvário. Ela foi humilhada, despojada de seus bens e agredida física e verbalmente. Sua depressão se aprofundou, com o tempo ela sofreu psicose, melancolia grave e esquizofrenia. Joana, que nasceu como uma bela e promissora princesa, morreu em total anonimato, sozinha e sem ninguém a seu lado.

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Efígie de Joana ao lado de seu marido, Felipe o Belo.

Então foi esta tempestuosa vida de uma jovem garota, cujo as brincadeiras do destino transformariam em Rainha, mas que nunca pôde de fato exercer tal papel. Joana teve a infelicidade de ter nascido em uma época onde as mulheres não eram consideradas importantes na monarquia e por tal motivo, sendo traída, caluniada, agredida, difamada e trancafiada.
A História raramente lembra-se verdadeiramente desta mulher e de suas penúrias, recordando amargamente apenas de sua loucura e de seu amor, mas ignorando todos os fatores e abusos que levaram à mente de Joana a entrar em verdadeiro colapso.
Alguns documentos encontrados posteriormente, determinam que Joana não sofria de problemas mentais graves, até ser trancada ao longo de tantos anos. A conspiração de seu marido, pai e mais tarde, seu filho a transformaram em “La Loca”. Uma mulher forte e destinada à grandeza, que tornou-se uma caricatura e lenda aos olhos da população, por meio das ambições daqueles que deveriam estar a seu lado, amá-la e ajudá-la a reinar.

O mito romântico de Dona Joana.

Joana logo desapareceu da memória de seus súditos. Exceto pelo episódio das rebeliões plebéias, ninguém chorou por ela. Ela morreu em 1555, mas na realidade, perdeu o direito de viver em 1509, quando chegou à Tordesilhas.

1948_1A vida de Joana desperta curiosidade. Artistas literários e românticos, recriaram e resumiram constantemente a figura de Joana ao mesmo ponto: uma rainha que estava doente de amor.
Só podemos imaginar o quanto a literatura e as artes lucraram com os contos românticos sobre Joana. Manuel Tamayo y Baus escreveu Loucura de Amor (1855); Emilio Serrano compôs uma ópera chamada “Juana la Loca”.

No entanto, foram os pintores que pavimentaram e solidificaram a imagem moderna da rainha como uma mulher louca, segundo eles, por ciúmes. Existem dezenas de pinturas que descrevem algum aspecto da loucura de Joana. Estes retratos incluem “Demência de Juana”, feito por Lorenzo Vallés (1868) e a imagem de Francisco Pradilla denominada “Juana la Loca” (1878), pelo qual ele ganhou a medalha de ouro da Exposição Nacional do mesmo ano.

Geralmente os artistas fazem uso da história como inspiração para suas criações; neste caso, foram as criações posteriores de artistas, que condicionaram a história. Hoje ainda é comum escreverem livros, fazerem filmes e darem conferências judiciosas ao fato de que Joana supostamente era louca, doente de amor, mas sabemos que não foi exatamente isto que aconteceu.

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”Juana la Loca”(1878), por Francisco Pradilla.

A saúde mental de Joana, em um certo ponto parece ter evoluído para esquizofrenia, e ela certamente não foi tratada, pois na época não sabia-se como, e tudo fora drasticamente agravado pelas tensões quotidianas e tratamentos indignos que recebera das pessoas que mais amou.

Foi a sede de poder que decidiria o futuro desta mulher, a tratando de modo tão indigno, que sequer permitiu-lhe uma chance de viver ou recuperar-se.
Nossa história é repleta de monarcas insanos: Carlos VI da França, George III da Inglaterra, Ludwig II da Baviera, ou Yoshi-Hito, o Imperador japonês. Algumas decisões tomadas por eles, foram rebaixadas e não cumpridas, mas eles não foram trancados ou tiveram seus direitos negados. Joana I de Castela, rainha durante mais de 50 anos, mãe de seis filhos (todos os quais tornaram-se monarcas em algum momento) foi maltratada durante sua vida e infelizmente, a história ainda está longe de ser justa com ela. Porém, está na hora de fazer-lhe justiça, mesmo às custas de fornecermos uma visão mais obscura de alguns grandes estadistas reverenciados pela história.

FONTES:
Los Líos de La Corte (Página parceira do nosso site): AQUI.
Rainhas Trágicas (Página parceira do nosso site): AQUI.
Cervantes Virtual: AQUI.
Galeon: AQUI.
Neokunst: AQUI.
ABC.ES: AQUI.
Biografias y Vidas: AQUI.
Diálogos: AQUI.
Busca Biografias: AQUI.
Foro Real: AQUI.
ABC.ESII: AQUI.
Department Kings: AQUI.
Venerable Vivens: AQUI.
História Interminable: AQUI.

 

 

 

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