Primas, Rainhas, Rivais: Elizabeth I e Mary Stuart

Para saber maiores detalhes sobre a vida de Mary Stuart, iniciamos nossa saga (aqui).

Mary Stuart nasceu no Palácio de Linlithgow na Escócia, em 8 de Dezembro de 1542. Ela foi a filha única de James V da Escócia e sua esposa francesa, Marie de Guise. Seu pai morreu poucos dias após seu nascimento, e aos nove meses de idade, em 9 de Setembro de 1543, ela foi coroada rainha da Escócia, na Capela Real do castelo de Stirling.

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James V e Marie de Guise – pais de Maria.

Mary tinha sangue Tudor correndo em suas veias. Sua avó paterna, Margaret Tudor, era irmã de Henrique VIII e filha de Henrique VII da Inglaterra, fundador da dinastia. Margaret Tudor havia casado-se com James IV da Escócia, e dado à luz James V. Deste modo, Henrique VIII, era tio avô de Mary, fazendo com que ela e Elizabeth I, fossem primas em segundo grau. Desde cedo, Henrique VIII demonstrou seu desejo de que a jovem rainha escocesa desposasse seu filho Eduardo, e em 1544, suas forças invadiram a Escócia em uma tentativa de forçar tal assunto, mas falharam. Mary foi enviada à França para casar-se com o Dauphin Francis, primogênito do rei da França, Henrique II. Sua mãe Marie de Guise, atuou neste meio tempo como regente da Escócia.

Em 1559, Henrique II da França, morreu por complicações decorrentes a um acidente de Justa e Mary, com apenas 17 anos de idade, tornou-se rainha da França. Isto alarmou Elizabeth, que também havia acabado de se tornar rainha, pois temia que Mary, juntamente com os franceses, reivindicasse o trono inglês. Porém, os franceses não encontravam-se em posição para fazer isto. A posição de Marie de Guise na Escócia era fraca, ela estava lutando para sobreviver em um país que agora era protestante. Os franceses não poderiam tentar atacar a Inglaterra, uma vez que o domínio francês no país através de Mary e sua mãe francesa, era tão frágil. Por este motivo, os ministros de Elizabeth, pediram que ela ajudasse os escoceses protestantes, contra o governo católico de Mary Stuart. A princípio Elizabeth relutou em ajudar os rebeldes, mas cedeu em nome da auto-preservação. O envolvimento inglês, acabou por ter sido um grande desastre, e as forças inglesas sofreram uma humilhante derrota. William Cecil foi então enviado a Escócia a fim de negociar a paz com os escoceses; ele teve um papel de destaque na elaboração de um tratado, juntamente com o governo escocês, que garantia a paz entre os dois reinos. O Tratado de Edimburgo, nunca foi ratificado por Mary, uma vez que ela recusou-se a ceder seu direito ao trono inglês, quando lhe fora solicitado.

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Francis II da França e Maria Stuart.

A rainha dos escoceses sempre foi vista como uma considerável ameaça para a monarca inglesa. Muitos católicos não reconheciam Elizabeth como a verdadeira rainha da Inglaterra. Naturalmente, eles não reconheceram o casamento de sua mãe, Ana Bolena, com seu pai Henrique VIII, por isso acreditavam que, o fruto daquela união (Elizabeth), nada mais era que uma bastarda. Filhos ilegítimos não deveriam tornar-se reis ou rainhas. Além do mais, Elizabeth era protestante, ao contrário de sua irmã Maria I, que era católica. Por muitos anos, os católicos conspiraram para que Elizabeth I, fosse deposta e morta, a fim de colocarem Mary Stuart no trono inglês. A própria Mary, não reconhecia Elizabeth como a verdadeira rainha e acreditava que, ela era por direito, a verdadeira rainha da Inglaterra. Fontes do período alegam que ela chegou a referir-se como tal. A relação entre Mary e Elizabeth, sempre foi muito difícil. Como rainhas e primas, elas tentavam manter certa cordialidade e preocupação uma com a outra, mesmo que no fundo, houvesse problemas muito maiores envolvidos. Elas nunca trataram-se com desrespeito. Existem registros de Mary, enviando uma preocupada carta à sua prima Elizabeth, quando descobriu que ela estava enferma de varíola. Assim como Mary, Elizabeth, não foi uma megera com a prima, e demonstrava certa preocupação com ela.

Não muito tempo depois, Francis morreu. Já não muito bem-vinda na França, Mary logo retornou à Escócia. Seu retorno era muito necessário, uma vez que sua mãe, Marie de Guise, havia falecido em junho de 1560. Em agosto de 1561, Mary chegou ao porto de Leith e como poucas pessoas sabiam de sua chegada, ela foi recebida apenas por alguns senhores locais. Por continuar recusando-se a assinar o tratado de Edimburgo, Elizabeth negou a passagem de sua prima pela Inglaterra, por isso, Mary bravamente navegou diretamente pelos mares revoltos de Calais até Leith. Pouco depois, a notícia de sua chegada logo alcançou seu povo e eles reuniram-se em multidões para saudarem o retorno de sua soberana, há tanto tempo ausente.

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Elizabeth I.

A Escócia era muito diferente da França e Mary achou seu país natal, um pouco decepcionante. Ela havia passado a maior parte de sua vida, no rico esplendor da nata européia. Na Escócia, faltava a riqueza e glória que ela outrora fora acostumada, sem contar que, era muito mais frio. Para piorar, para Mary, uma católica convicta, seu país também era protestante. Ela tentou da melhor maneira que pode governar à Escócia, sendo tolerante com os protestantes, ouvindo os conselhos dados a ela por seus ministros, e mantendo a paz com seu meio-irmão protestante, James Stewart (mais tarde, Conde de Murray – filho ilegítimo de seu pai, James V).

Agora que Mary era uma viúva, as pessoas estavam começando a perguntar-se com quem ela se casaria. Tal como acontecia com Elizabeth, seu casamento era de imensa importância política e preocupava muito o governo inglês. Elizabeth temia que ela se casasse com um príncipe muito poderoso, que a ajudasse a criar um exército para invadir a Inglaterra. Elizabeth gostaria que sua prima se casasse com um homem de pouco poder ou influência, de modo que Mary, representasse uma ameaça menor. Talvez, com isto em mente, Elizabeth ofereceu-lhe Robert Dudley, Conde de Leicester. Isto tornou-se uma grande piada, uma vez que muitos acreditavam que ele fosse o amante de Elizabeth e assassino de sua esposa, Amy Robsart. Mary encarou tal proposta como um insulto, embora seja improvável que tenha sido esta a intenção de sua prima. Elizabeth acreditava que, um casamento entre eles, seria uma garantia de paz entre ambos os reinos. Ela acreditava que Dudley nunca conspiraria contra ela, por causa de sua afeição de longa data e que iria cumprir suas ambições e de bônus, sua prima teria um marido.

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Robert Dudley.

Isso tudo fazia completo sentido para Elizabeth, porém as outras pessoas envolvidas em seu plano, tinham ideias diferentes. Dudley ficou alarmado em imaginar que seria mandado para a Escócia e fez tudo o que pode para evitar tais negociações, tendo até supostamente escrito para Mary, negando seu interesse em desposá-la. Mary pelo menos foi sincera, pois não lhe agradou a ideia de tomar como marido, um homem que sua prima não achou bom o suficiente para desposar. Em uma tentativa de fazer com que Dudley se tornasse um pretendente mais adequado para uma rainha, Elizabeth o fez Conde de Leicester e Barão de Denbigh, em 1564. Embora Elizabeth parecesse ser sincera em suas negociações, muitos duvidaram que ela realmente quisesse isto, já que ela e Dudley, estavam tão próximos, que ela provavelmente, não suportaria que ele deixasse a Corte. Seja qual for o motivo de Elizabeth, parece que a oferta foi feita, com toda a sinceridade que lhe cabia.

Caso Mary tivesse aceitado a oferta e Elizabeth concordado com isto, teria sido impossível para Dudley, esboçar alguma resistência; mas para seu alívio, as negociações fracassaram. Lord Henry Darnley, um primo católico inglês de Mary (e também de Elizabeth, embora em segundo grau), que também possuía reivindicação à coroa inglesa, foi permitido por Elizabeth, a seguir com seu pai, rumo a Escócia. Mary sentiu-se atraída por sua pessoa, assim como por sua posição e decidiu casar-se com ele. Ao saber da notícia, Elizabeth ficou indignada. Com suas reivindicações conjuntas ao trono, Elizabeth temia que eles tivessem um substancial apoio para depô-la. É também revelado que, a mãe de Darnley, Lady Lennox, havia sido envolvida em negociações secretas para que Mary e Darnley, fossem colocados no trono inglês. Havia muito pouco o Elizabeth pudesse fazer, no entanto, como sua prima e Darnley eram legalmente casados, ela teve que aceitá-lo como príncipe consorte. O consolo de Elizabeth, foi de fato que as coisas poderiam ter sido muito piores. Se Mary se casasse com um poderoso príncipe europeu, sua segurança sem dúvidas estaria em perigo, enquanto Darnley representava muito pouca ameaça para ela.

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Henry Darnley,

Foi a vida de Mary que Darnley tornou miserável. Seu casamento certamente não foi feliz. Talvez o único benefício do mesmo, foi o nascimento de seu único filho, James, em 1564. Darnley era possessivo, ciumento e alcoólatra. Ele não ajudou em nada no governo do país e tornou a vida política de sua esposa, bastante complicada – tornando pior, o que já não era bom. Mary começou a depender fortemente de seu secretário privado italiano, David Rizzio, a quem ela gostava e admirava, deixando Darnley com mais raiva e ciúmes. Darnley, juntamente com um grupo de amigos, planejou então, assassiná-lo. Em uma noite de Março de 1566, enquanto Rizzio – que era um talentoso músico – estava tocando para Mary e suas damas de companhia, Darnley e seus homens abriram caminho para o quarto. Rizzio agarrou-se à rainha, mas foi arrastado e assassinado na frente da porta. Mary, compreensivelmente, nunca perdoou Darnley por este ato.

Mary agora, inclinou-se mais e mais para um de seus nobres, James Hepburn, 4 Conde de Bothwell. Provavelmente foi Bothwell, o maior responsável pelo assassinato de Darnley. O marido de Mary estava enfermo de varíola e descansando em uma casa em Kirk O’Field. Esta casa foi explodida em pedaços e corpo de Darnley, logo foi encontrado. Mas ele não morreu com a explosão, logo foi verificado que ele havia sido estrangulado. Mary não estava hospedada na casa no fatídico momento, embora era para ter estado lá (ela decidiu ficar em outro lugar). Ela declarou que a explosão tinha a finalidade de matá-la, mas muito poucas pessoas acreditaram em sua palavra. Muitos acreditaram que ela havia sido conivente com Bothwell no assassinato de seu marido. Ela e Bothwell, ficaram juntos a maior parte do tempo e apesar do clamor público contra ele após a morte de seu marido, Mary casou-se com ele pouco tempo depois.

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David Rizzio.

Esta atitude foi o começo do fim de seu reinado na Escócia. Seu povo ficou indignado que ela havia casado-se com o suspeito de ter assassinado seu marido. Nas ruas escocesas, Mary era chamada de todos os tipos de nomes, e pouco tempo depois, as pessoas pediam sua abdicação como monarca. O exército, juntamente com Mary, encontraram seus inimigos em Carberry Hill, mas quando ela viu a magnitude da oposição, rendeu-se sem sequer iniciar um combate. Ela foi feita prisioneira no Castelo de Loch Leven. Contra sua vontade, foi obrigada a assinar os papeis de abdicação. A partir deste momento, seu filho recém-nascido, tornou-se James VI da Escócia. Seu meio-irmão, James Stewart, Conde de Murray, tornou-se regente. Murray não viveu por muito tempo, pois em 1570, ele fora assassinado por um dos partidários de Mary.

Após alguns meses, um cuidadoso plano foi elaborado para libertar Mary de seu cativeiro. Ela foi levada para fora do Castelo por um pagem de 16 anos, Willie Douglas e secretamente rumou até o lago. Ela remou através do lago e no outro lado, amigos esperavam para encontrá-la. Mary tomou um cavalo e cavalgou por sua vida e liberdade. Ela então levantou um outro exército, mas foi derrotada na batalha de Langside. Impotente, ela fugiu para a Inglaterra. Ela tinha poucos amigos e muitos inimigos e até mesmo seus aliados europeus, voltaram-se contra ela. Ela por fim, implorou ajuda à Elizabeth.

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James Hepburn, 4 Conde de Bothwell.

Este foi um momento muito difícil para Elizabeth. Ela sempre havia temido o poder e influência de sua prima, mas a deposição e desgraça de uma colega monarca, a assustou ainda mais. Se eles podiam tratar uma rainha como ela assim, então eles facilmente poderiam tratá-la também. Elizabeth tomou Mary sob sua proteção, mas na realidade ela era mais uma prisioneira. Para o resto de sua vida, foi o que ela tornou-se. Mary foi mantida em vários castelos da Inglaterra por 19 anos – incluindo Sheffield por 14 anos, Bolton, Wakefield, e Tutbury. Em 1570, obteve o divórcio de Bothwell, que morreu louco em uma prisão na Dinamarca, em 1578.

Muitas pessoas queriam Mary morta, mas Elizabeth estava irredutível em executar sua prima monarca, recusando todos os pedidos de soltura, para que seus inimigos pudessem matá-la. Mary devia sua vida a Elizabeth, mas ainda assim, o relacionamento entre as duas rainhas estava difícil, mais do que fora um dia. Mary logo ressentiu-se em ser mantida cativa na Inglaterra e desejou restaurar o trono escocês e ganhar o inglês. Ela foi colocada sob os cuidados de George Herbert, Conde de Shrewsbury e foi meticulosamente vigiada pelo governo elizabetano, pois estes temiam que ela se tornasse o foco das rebeliões católicas. Seus temores não eram infundados. Por quase 20 anos, houve tentativas de libertar Mary de sua prisão e fazê-la rainha da Inglaterra. Os conselheiros de Elizabeth continuaram a insistir com ela, para que Mary fosse executada, mas Elizabeth resistiu a todos eles.

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Execução de Maria Stuart.

Não foi até a rebelião de Babington de 1586, que Elizabeth finalmente cedeu e apenas porque haviam provas de seu envolvimento. Elizabeth estava magoada e com raiva que sua própria prima tivesse aprovado pessoalmente seu assassinato, quando há quase 20 anos atrás, ela havia protegido sua vida. Em todo caso, ela escreveu uma carta para Mary. O plano de Sir Anthony Babington e seus co-conspiradores, era libertar Mary da casa em Chartely, onde foi mantida e depois, depor e matar Elizabeth. Seus planos fracassaram, já que Sir Francis Walsingham, um dos ministros mais influentes de Elizabeth, havia criado uma muito eficaz rede de espionagem, que monitorava as ações dos católicos ingleses pelo uso de duplos agentes e espiões. Anthony Babington e seus partidários, foram torturados e condenados à morte e Mary foi levada a julgamento. Ela foi considerada culpada de traição e condenada à morte. Mas apesar deste julgamento realizado pelos juízes da Rainha, Elizabeth não teve coragem de assinar a sentença de morte de sua prima. A própria ideia de executar um soberano coroado a aterrorizava e afetava profundamente sua saúde. No entanto, no final, ela relutantemente acabou assinando o mandado. Seus ministros secretamente correram atrás de sua execução e nada foi dito à Elizabeth, até que tudo tivesse acabado. Mary foi executada no Castelo de Fotheringay, em Fevereiro de 1587.

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James I da Inglaterra – filho de Maria Stuart.

A fúria de Elizabeth foi tremenda. Ela teve seu secretário particular, William Davidson, preso e voltou-se contra os membros de seu conselho que haviam tomado parte na execução, até mesmo seu querido William Cecil. Ela ameaçou mandar enforcar Davidson, dizendo que ela nunca pretendeu que a execução ocorresse, ela apenas a usaria como uma ameaça, para garantir que Maria parasse de participar de tais rebeliões novamente. Ninguém realmente acreditou em Elizabeth e desde então, muitos perderam a confiança nela. Assustadoramente, pouco tempo depois, sua raiva diminuiu e logo ela voltou a reunir-se com Cecil. Davidson foi libertado da prisão, mas nunca obteve seu posto como secretário de volta.

Mary foi sepultada na Catedral de Peterborough, mas foi transferida para a Abadia de Westminster, em 1612. Mary e Elizabeth nunca viram-se pessoalmente, mas em morte, ambas ficaram apenas alguns metros de distância uma da outra, em uma das maiores abadias inglesas.

Mary Stuart foi uma mulher talentosa, muito alta, elegante e bonita, mas em sua constante luta pelo poder ao lado de Elizabeth, ela perdeu, pois ao contrário de sua prima inglesa, ela deixou seu coração subir sua cabeça, sacrificando sua política por uma paixão. Após a misteriosa morte de Amy Dudley, que muitos suspeitaram ter sido culpa de Robert Dudley, Elizabeth sabia que casar-se com ele, certamente seria sua morte política. Em contraste, quando Bothwell foi publicamente considerado como o assassino do marido de Mary e seu povo irritou-se contra ele, ela ignorou todos os conselhos para distanciar-se daquele homem e casou-se com ele. Mas trágica e equivocada como sua curta vida foi, Mary deixou seu legado para a história e após a morte de Elizabeth, em 1603, seu filho foi proclamado rei James I da Inglaterra e sua adesão trouxe uma nova dinastia ao trono Inglês – os Stuart.

FONTES:
Elizabeth I: AQUI.

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7 comentários Adicione o seu

  1. ARACELE PERNAS FERNANDEZ DA SILVA disse:

    Olá, bom dia!
    A cada dia que passa fico mais encantada com a História de Mary Stuart, mas não consigo encontrar nada a respeito de ela ter ficado grávida por 18 vezes? E quantos filhos vivos ela teve? Adoraria saber essas respostas.
    Atenciosamente,
    Aracele Pernas

    1. Tudor Brasil disse:

      Olá Aracele, tudo bem?
      Bom, creio que deva haver um engano, uma vez que Mary Stuart teve apenas um filho vivo, James, que herdaria a coroa inglesa após a morte de Elizabeth I, sob a alcunha de James I da Inglaterra e VI da Escócia. No entanto há controvérsias sobre um possível aborto de gêmeos, durante sua estada no Leven Castle, ao lado de Bothwell, embora a questão não possa ser afirmada ao certo.

  2. Essa Elizabeth do texto é aquela que ficou conhecida por nunca se casar né?

  3. Essa Elizabeth foi aquela que ficou conhecida por nunca se casar né?

  4. janete disse:

    gostaria de saber se a rainha Elizabeth e a mesma pessoa de isabel 1 da Inglaterra eu li as historia fiquei um pouco confusa!

    1. Tudor Brasil disse:

      Isabel é a forma aportuguesada do nome Elizabeth. Portanto, Isabel I e Elizabeth I, são a mesma pessoa. 🙂

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